Emma celebra o Dia da Mulher

Este ano no Dia da Mulher, dia 8 de março, a Emma celebrou o dia publicando fotos poderosas de fotógrafas de todo o mundo no Instagram da National Geographic.

Olá! Sou a @emmawatson e durante o dia, vou estar responsável pelo feed de Instagram da @natgeo! Para celebrar o dia #internationalwomensday vou selecionar e partilhar imagens poderosas tiradas por fotógrafas da National Geographic de todo o mundo. As mulheres fotógrafas são muitas vezes menos representadas e celebradas. Estou entusiasmada por marcar este dia ao mostrar as talentosas contadoras de histórias e criadoras de imagens que têm trabalhado muito para construir empatia através de fronteiras.
#iwd2018 #timesup

Tradução de EmmaWatsonPortugal.Org

O amigo da Emma, Derek Blasberg, publicou também uma foto antiga com ela e com a modelo Karlie Kloss.

9/Mar/2018 Daniela Godinho 0 comentários

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Entrevista para a Vanity Fair com Derek Blasberg

A entrevista da Emma para a Vanity Fair foi feita pelo seu amigo Derek Blasberg. Nela falam sobre alguns assuntos pessoais, como a sua própria privacidade, e o seu percurso até aos dias de hoje. Foi também revelada a iniciativa que publicámos há uns dias, em que a Emma deu conselhos por $2 na estação de comboios Grand Central em Nova Iorque. Esta está inserida num conjunto de episódios de Derek Blasberg do youtube da Vanity Fair e todo o dinheiro angariado reverteu a favor da organização Planned Parenthood.

O vídeo e um excerto da entrevista encontram-se abaixo. A restante entrevista pode ser lida aqui.

Eu e a Emma conhecemo-nos, e eu visitei-a no set dos últimos dois filmes de Harry Potter. Mas quando estava a acabar, eu reparei em nuvens de melancolia a formarem-se por cima da sua vida de conto de fadas. “Eu passava na passadeira vermelha e ia para a casa-de-banho,” ela relembra as suas últimas premieres. “Eu tinha tanta maquilhagem e aqueles vestidos grandes e cheios. Punha as minhas mãos no lavatório e olhava para mim no espelho e dizia, ‘Quem é esta?’ Eu não me identificava com a pessoa que estava a olhar para mim, e isso era um sentimento muito perturbador.”

[…]

Recentemente encontrou a coragem de dizer não a pedidos de selfies. “Para mim, há uma diferença entre conseguir ter uma vida ou não. Se alguém tira uma fotografia de mim e a publica, dentro de dois segundos eu criei uma marca de onde estou exatamente num raio de 10 metros. Conseguem ver o que eu estou a vestir e com quem estou. Não posso dar esse tipo de dados.” Às vezes, recusa uma foto mas oferece um autógrafo ou mesmo uma conversa – “Eu digo, ‘Eu sento-me aqui e respondo a cada pergunta de Harry Potter que tenhas mas eu não posso tirar uma foto'” – e muitas vezes as pessoas não se importam. “Eu tenho que escolher com cuidado o momento para interagir,” diz ela. “Quando sou apenas mais uma celebridade versus quando vou tornar fantástica a semana de alguém? A crianças eu não digo não, por exemplo.”

[…]

“Eu conheci fãs que têm a minha cara tatuada no seu corpo. Eu conheci pessoas que usaram os livros de Harry Potter para ultrapassar cancro. Eu não sei como explicar, mas o fenómeno Harry Potter entra numa zona diferente. Ultrapassa a obsessão. Uma grande parte de mim conformou-se com isso aceitando que estas não são circunstâncias habituais.” (Desde que o primeiro filme estreou, em 2001, quando Watson tinha 11 anos, houve vários incidentes com stalkers [perseguidores].) “Pessoas diziam-me ‘Já falaste com Jodie Foster ou Natalie Portman? Elas dar-te-iam grandes conselhos em como crescer no centro das atenções’ Eu não vou dizer que foi de alguma forma mais fácil para elas, mas com as redes sociais é um mundo totalmente novo. Ambas disseram que a tecnologia mudou o jogo.” Quando estava em Brown, Watson foi a um jogo de futebol de Harvard e The Harvard Voice, uma revista de estudantes, escrevia tweets enquanto a sua equipa a perseguia pelo estádio. Eu lembro-me que na festa de 18ºaniversário de Watson em Londres, os fotógrafos lá fora tinham uma aposta em quem conseguiria tirar uma foto da sua saia. Ela não está a exagerar nas suas preocupações de segurança. Comprou a sua casa vista através de uma chamada de Skype com um agente imobiliário porque tinha uma entrada à prova de paparazzi. “Privacidade para mim não é uma ideia abstrata,” diz ela.

Watson tem um namorado, embora se recuse inflexível e veementemente a expô-lo. (A Internet diz que ele se chama Mack, é lindo, e trabalha em tecnologia em Silicon Valley.) “Eu quero ser consistente: não posso falar do meu namorado numa entrevista e depois esperar que as pessoas não me tirem fotografias de paparazzi a andar perto de casa. Não posso ter ambas as coisas.” Ela senta-se para atrás e reflete se deve acabar este pensamento, e eventualmente fá-lo: “Eu reparei que, em Hollywood, a pessoa com quem se namora fica amarrado à promoção dos filmes e torna-se uma parte do desempenho e do circo. Eu odiaria que alguém com quem eu estivesse se sentisse de alguma forma parte de um espétaculo.”

28/Fev/2017 Daniela Godinho 0 comentários

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